O subjetivo faz sentido



Não era pra ser assim, mas é. É fato que precisamos assumir a responsabilidade diante das nossas escolhas e com isso arcar com as consequências que por vezes podem durar por toda uma vida.

Os dias e as horas correm e alguns tomados por uma felicidade vulnerável, deixam de assumir posturas que transformariam uma vida, por ter pavor de encarar o autoconhecimento e assumir a verdade para todos a sua volta.

Esquece que o bem maior é a vida e que ninguém mais é responsável por sua própria felicidade se não nós mesmos. Talvez não se sinta digno de viver um amor verdadeiro, por estar afundado em dívidas emocionais de uma vida inteira sem amor.

Meu caro, minha cara, a verdade é libertadora. Esse peso te aprisiona, e em algum momento a conta chega. Não falo dos outros, apesar de você ter pensado nisso. Falo de você mesmo. É urgente a necessidade de parar de se enganar e de carregar um fardo de uma vida sem brilho.

O subjetivo faz sentido sim. E é tão óbvio que os caminhos já se desenharam. Nada mais volta. Se tivesse que escolher, faria as mesmas escolhas? Você foge de si mesmo, e vivendo longe de si, se transforma num corpo vazio. A vida pesa as costas e uma hora terá de se encontrar, nem que seja nos últimos anos dessa jornada.

Melhor seria se fosse hoje, pois então seria possível desfrutar o seu novo eu, livre de segredos e em paz com o espírito. Mas já que não é, lembre-se que carregamos as escolhas feitas e muitas delas são irreparáveis.

Viver na verdade para si e para os outros, é a única maneira de sentir paz interior e se livrar do julgamento que só maltrata, condena e aprisiona. A culpa e o medo caminham para o lado oposto do amor. Amor esse, que ainda é o seu propósito maior e a grande razão para estarmos aqui. 

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